A queda acentuada de cabelo
entre mulheres é muito mais comum do que se imagina e,
ao contrário do que se pensa, a calvície não
é um problema só dos homens. Pesquisas indicam
que uma entre cada cinco mulheres pode vir a apresentar um tipo
ralo e fino de cabelo e rarefações em algumas
áreas.
CAUSAS
As causas da calvície
feminina, diferentemente das dos homens que é, em 99%
dos casos é genética, podem ser muitas e nem
sempre fáceis e simples de serem detectadas e tratadas
em sua origem.
As mais comuns são:
- androgenética, isso é, de origem genética.Corresponde
à cerca de 70% das calvícies femininas. Geralmente
outras mulheres na árvore genealógica (mãe,
tias, avós, etc..) apresentam ou apresentaram rarefação
capilar. Nesse caso, o único tratamento é a
cirurgia de microtransplante capilar.
- para ver resultados de transplante capilar e tratamento
clínico em mulheres clique
aqui.
Saiba mais sobre alopecia androgenética feminina no
final desse tópico ou clicando
aqui.
Outras causas:
- Efluvio telógeno: um
tipo comum de perda de cabelos em mulheres e que ocorre quando
um grande percentual de fios estão, ao mesmo tempo,
na fase telógena, isso é, na fase pré-queda
do fio, fase essa em que ele se encontra fino e com espessura
bem menor. Isso ocorre devido a distúrbios hormonais,
nutricionais, stress, etc... Tem inicio geralmente na fase
adulta jovem ou adolescência e geralmente é resolvido
somente com tratamento clínico.
-
Tricotilomania: ato
compulsivo de arrancar os cabelos. Geralmente falhas em
áreas localizadas. Não podem ser tratadas
clínica ou cirurgicamente até que as causas
emocionais e psicológicas sejam solucionadas.
- alopecia areata: doença
autoimune que causa perda localizada de cabelos. Exame médico
apurado é necessário para estabelecer diagnóstico.
- Alopecia cicatricial: pode
ser causada por tração excessiva dos cabelos.
Por exemplo: mulheres negras que prendem os cabelos para
trás tracionando-os muito tendem a ficar com a testa
alta. Pode também ser devido seqüelas de queimaduras,
cirurgias plásticas faciais, radioteraia, etc...
1 . Níveis hormonais
aumentados - neste caso deve-se investigar a causa deste
aumento, que pode ser decorrente de situações
como desde um "banal" cisto de ovário até
um tumor do mesmo ou de supra-renal. O tratamento depende
da causa.
2 . Níveis hormonais
normais - neste caso medicações que "modulam"
os hormônios masculinos produzidos pela mulher são
os mais indicados. São os assim chamados anti-andrógenos.
Podem ser medicamentos hormonais ou não. Mas em geral
devem ser cuidadosamente monitorados pelo médico
e são de uso prolongado. Um efeito começa
a ser percebido após 3 a 6 meses de tratamento.