O Transplante


Aqui você terá noções básicas
sobre transplante capilar.
 
A TÉCNICA PASSO A PASSO - A CIRURGIA

Primeiras considerações

Primeiramente são realizadas as fotos pré-operatórias, marcação e preparo da área doadora e marcação da área receptora (calva) que será tratada.
Posteriormente a estratégia cirúrgica é discutida com o paciente utilizando espelhos.

Na sala cirúrgica

Pedimos desculpa pelo transtorno. Estamos adequando nosso site às
determinações do CODAME e dos Conselhos Regional e Federal de Medicina.

Remoção e fechamento da área doadora

Ministra-se um leve sedativo que manterá o paciente sonolento e tranqüilo durante todo ato cirúrgico (saiba mais no próximo tópico “a anestesia”)
O primeiro passo é a remoção e fechamento da área doadora.
Para esse tempo cirúrgico utilizamos um travesseiro especialmente desenvolvido que proporciona maior conforto ao paciente.

Preparo das unidades foliculares - UFs

Enquanto cirurgião e assistente realizam a remoção e fechamento da área doadora, a equipe composta por seis assistentes cirúrgicas já está realizando microscopicamente sua divisão. Primeiramente, com cortes transversais de uma unidade folicular de largura, obtêm-se os slivers.


* área doadora removida e corte transversal – sliver

Os slivers que estão sendo confeccionados são acondicionados em solução de soro fisiológico.

Em seguida, também com o auxílio de microscópios de alta resolução, cada sliver é dividido até a obtenção das unidades foliculares. Cada UF é lapidada com o cuidado de preservar a estrutura capilar em toda a sua integridade e complexidade (com glândulas,anexos e raízes).

Elas são mantidas em soro fisiológico resfriado até o momento de sua colocação.

Colocação das UFs

Após o fechamento da área doadora, cerca de 20% dos enxertos já estão preparados e são imediatamente colocados enquanto novos estão sendo confeccionados, ou seja, os primeiros a serem feitos são os primeiros a serem transplantados, para que permaneçam o menor tempo possível fora do corpo.
Como se vê, o processo é dinâmico e não deve se alongar muito (mais que 6 horas) para que as UFs não sofram ressecamento e perda de sua vitalidade, o que pode levar a diminuição da taxa de integração (pega dos enxertos).
Com esta dinâmica, possível graças a uma equipe numerosa e treinada, a cirurgia não é interrompida em momento algum. Otimizamos o tempo cirúrgico e chegamos a 100% de integração dos enxertos.

Para este momento da cirurgia um outro travesseiro foi especialmente desenvolvido para proporcionar conforto e comodidade ao paciente.


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Inicia-se então a colocação das UFs na área calva previamente demarcada.
Lâminas microcirúrgicas fazem uma pequena perfuração e imediatamente a UF é inserida.

Estas lâminas possuem diversos diâmetros e para cada tipo de UF utilizamos a mais adequada, ou seja, cujo diâmetro da agulha seja proporcional ao tamanho do enxerto.

As UFs de 1 fio (single hairs) serão utilizadas nas primeiras linhas de frente de forma irregular e milimétricamente desordenada para proporcionar refinamento e naturalidade.

Em seguida vem as ufs de 2 fios, enquanto que as UFs de 3 fios são reservadas para aquelas áreas onde se deseja maior densidade e volume, ou seja, nas áreas de maior impacto visual (que varia de caso para caso).


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Nesta etapa, vários princípios devem ser observados:

Cautela na manipulação dos enxertos – nunca manipulá-los pelos bulbos pois esses não resistem a pressão e podem morrer.

Distância entre os enxertos – deve-se respeitar uma distância mínima (de cerca de 1 mm ) no momento da colocação para que todos cresçam considerando também o ângulo de inclinação - que deve acompanhar o caimento natural do cabelo pré-existente em cada área.

Revisão

Ao final da cirurgia os enxertos transplantados são reposicionados para que fiquem exatamente no mesmo nível da pele, evitando-se irregularidade da superfície do couro cabeludo no futuro.
A área receptora é finalmente lavada e realizada sua revisão.


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O Curativo

Após o término do transplante e da revisão da área transplantada, aplicamos um spray especial fixador que cria uma película invisível sobre a mesma. Dessa forma não há necessidade de bandagens ou curativos compressivos, ou seja, o paciente já sai da sala cirúrgica sem curativo.
Isso trás conforto e praticidade ao paciente que não necessita mais do curativo em forma de capacete como anteriormente utilizado.


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Como os enxertos são transplantados com fios de 3mm, já da pra notar o resultado ao final da cirurgia.

Mostramos então ao paciente como ficou seu resultado e o número total de enxertos (ufs) obtidas que estão marcadas e contabilizadas em um quadro.


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O paciente é então levado para uma área de recuperação onde serão feitos alguns medicamentos e onde serão dados os detalhes de seu primeiro dia de pós-operatório. Será servida uma refeição leve e cerca de 30 minutos após o término da cirurgia ele estará liberado.


Próx.: A Anestesia
Ant.: Unidades Foliculares
 

Clínica Ruston
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Telefax: 55 (11) 3031-1221